A etimologia conta onde um nome começou. Sua biografia cultural conta o que aconteceu depois: a canção que o resgatou, o escândalo que o enterrou ou a pessoa que ensinou uma nova geração a dizê-lo.
Cada linha acompanha um nome nos registros de nascimento dos EUA, década a década, dos anos 1890 até hoje. Quanto mais alta a linha, mais bebês receberam o nome.
Histórias em destaque
Nomes marcados por canções, figuras públicas, velhos costumes de apelidos e as culturas que os mantiveram em movimento.
Durante séculos, Jude viveu à sombra de uma traição. Uma canção dos Beatles reabriu a porta, a curva de nascimentos nos Estados Unidos reagiu muito depois e agora Jude Bellingham faz estádios inteiros cantarem o nome.
Bill é mesmo uma forma curta de William. O mistério está no B. Uma história bem arrumada sobre rimas medievais aparece em toda parte, mas os melhores dicionários de nomes são mais cuidadosos. Essa incerteza leva a algo melhor: um mapa de quais ligações entre apelidos são documentadas e quais continuam sendo hipóteses.
Dois milhões de pessoas de ascendência japonesa vivem no Brasil, e faz mais de um século que suas famílias resolvem o mesmo probleminha: como dar a uma criança um nome que funcione em português em voz alta e em japonês dentro de casa. As respostas são bem mais criativas do que um meio-termo.